Não estarei mais postando neste blog. Quem quizer…
Só seguir aqui: http://maybe—justmaybe.tumblr.com/
Vejo vocês, ou não :)
“Todo amor que houver nessa vida”
“Eu quero a sorte de um amor tranqüilo
Com sabor de fruta mordida
Nós, na batida, no embalo da rede
Matando a sede na saliva
Ser teu pão, ser tua comida
Todo amor que houver nessa vida
E algum trocado pra dar garantia
E ser artista no nosso convívio
Pelo inferno e céu de todo dia
Pra poesia que a gente nem vive
Transformar o tédio em melodia…
Ser teu pão, ser tua comida
Todo amor que houver nessa vida
E algum veneno anti-monotonia…
E se eu achar a tua fonte escondida
Te alcanço em cheio
O mel e a ferida
E o corpo inteiro feito um furacão
Boca, nuca, mão e a tua mente, não
Ser teu pão, ser tua comida
Todo amor que houver nessa vida
E algum remédio que me dê alegria…
Ser teu pão, ser tua comida
Todo amor que houver nessa vida
E algum trocado pra dar garantia
E algum veneno anti-monotonia…
E algum…”
O que eu quero agora é deitar na minha cama e encarar o teto. Ouvir o que a chuva e a música tem para me contar e assim calar a minha mente.
Quero pensar em nada, me preocupar com nada, dar descanso aos meus neurônios, sossegando apenas por um tempo tais pensamentos que se comportam como crianças malcriadas e agitadas na minha cabeça.
…
Ainda sim eu quero me decidir, achar o que está faltando, finalmente me construir.
Porque talvez assim eu não tenha que tentar controlar esse furacão de tudo por um tempo.
Ânimo: Você viu o meu por aí?
11. Uma música da época que você concluiu a escola.
Música infeliz que me faz lembrar de você…
(via song-that-no-one-sings)
